26 de abril de 2016

Mínimos Oratórios d'Água para Guardar Hojes


13 - dos renasceres -

Haja alicerces às margens
 ainda de ser...

Para quem quer que seja!

E tijolos e júbilos freáticos
no subsolo de cavar,
desde os calvários,
renascimentos quantos...

Aquáticos. Quânticos.
Sonâmbulos.

Cimento. Cal. Vento.
Reinventário de hidrovias

de onde se via, mais cedo,
um sol a escaldar
a vivenda das promessas,

nessa missa a se verter
por dentro do retiro

entre respiros e respingos
 de retirar o míssil
 do navio e seus veios...

feito quem reitera
os próprios pulsos
e outros pertences
de lutar.

Sob o luar, no outro lado da água,
densa,
prorroga-se de crença uma oração,

até a quase última estação...
sem subestimar uma única
peregrina lágrima
do progredir...

na duração dos sudários,
na eira sem beira das ribeiras
de tudo o que morrer já não pude.

Por aço ou açude.

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