3 de março de 2015

prosa poética...

da série
Breves Ensaios Recortados para Pulso
VINTE E TRÊS

Salivar de sol cada manhã mal desenhada, quando bebo uns cafés semelhantes à vida: insolúveis. Deve haver um reflexo de verdade em nada disso. Mas perguntar é insone demais para sorver o risco de acordar por dentro. Faz águas decretei silêncio aos invisíveis que me pronunciam em amor. É que as palavras ficam rasas em xícaras de carne.
E é de porcelana esquecer.
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