28 de março de 2011

Do Livro de Isólithus



Terceira Revelação


Amestrar vazios é o que te digo.
Quando castigo e prece
concedem-se.
Procede a cauterização cética
do que propõe a vida.
Saída em profusão.
Teu coração já perseverava cactos.
O que não absolve o obstáculo.
Exauriste
em desníveis de promessa.
Desinteressa, agora.

Amestrar vazios é o que te digo.
Conviver.

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